quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Lançamento Rocco Setembro de 2016

Oi!!

Gente, desculpe sei que estou atrasada com as postagens mas resolvi postar os lançamentos de Setembro da Editora Rocco mesmo assim, ela lançou livros ótimos e muitos sequencias que já esperávamos. Antão vamos lá mãos a obra!

Foto Capa Livro Winter
Crônicas Lunares
Livro: Winter (#04)
Série: Crônicas Lunares
Autor: Marissa Meyer
Tradução: Regiane Winarski
Comprar:  Saraiva Cultura Amazon

"Cinder, Scarlet, Thorne, Lobo, Cress e Iko estão de volta para o que promete ser sua aventura definitiva. Em Winter, Marissa Meyer encerra a série Crônicas Lunares com um conto de fadas futurista inspirado em Branca de Neve. Ambientado em um planeta chamado Luna, o livro é centrado em uma princesa órfã, forçada a lidar com o ciúme e a inveja da ambiciosa madrasta, que governa o reino com mão de ferro. 

Em Luna, a rainha Levana controla a população e planeja se tornar ainda mais poderosa, casando-se com o imperador Kai e estendendo seus domínios para a Terra. Sua enteada, Winter, é praticamente prisioneira da crueldade da madrasta e vive na fronteira entre a realidade e as alucinações produzidas pela própria mente, desde o dia em que desistiu de usar os poderes lunares. Mas nem tudo é tristeza na vida de Winter: ela conta com a lealdade e a proteção do guarda real Jacin Clay, seu amigo desde a infância e por quem a princesa é apaixonada.

O que Levana não sabe é que a princesa Selene, legítima herdeira do trono de Luna, sobreviveu à tentativa de assassinato planejada por ela e foi transformada na ciborgue Cinder, que tem um romance com o imperador Kai. Com a ajuda de Scarlet, Thorne, Lobo, Cress e Iko, Cinder está disposta a recuperar a coroa e governar Luna, salvando Kai e a Terra da perigosa aliança com Levana.

Paralelamente, a vida de Winter é ameaçada e não resta outra saída a Jacin que não seja ajudar Cinder e seus amigos a levarem adiante o plano para derrotar Levana. Mas a rainha não vai abrir mão de tudo o que conquistou sem lutar, nem que para isso precise sacrificar a população de Luna. Conseguirá Cinder recuperar o trono e ter um final feliz ao lado de Kai, mantendo todos os que ama a salvo? Winter, um dia, poderá viver em paz e ver seu amor por Jacin ser correspondido? Em uma trama cheia de ação e reviravoltas, Marissa Meyer surpreende os leitores e encerra com chave de ouro suas Crônicas Lunares." Fonte Rocco

Foto: Mundo das Horas Finais

Livro: Mundo das horas finais (#03)
Série: Trilogia O Último Policial
Autor: Ben H. Winters
Tradução: Ryta Vinagre
Comprar:  Saraiva Cultura Amazon


"Mundo das horas finais é o capítulo final da trilogia pré-apocalíptica do aclamado norte americano Ben H. Winters. Com menos de duas semanas para o asteroide Maia atingir o planeta, a civilização se deteriorou e o caos está instalado. Pessoas vivem atrás de barricadas, entocadas em porões e abrigos de emergência; o dinheiro se tornou inútil e água é a moeda mais valiosa. Por todo o planeta, o mundo está se preparando para o fim. Mas o detetive Hank Palace ainda tem um último caso para resolver. Sua irmã Nico está envolvida com um grupo radical, de posse de artilharia pesada e um louco plano para salvar a humanidade. E Hank toma para si a missão de achar a irmã e descobrir mais sobre este plano.  Sem grandes suprimentos e à beira da exaustão, Hank embarca em uma jornada de descobrimento por uma América destruída. De Massachusetts para Ohio, Hank passa por zoológicos abandonados, cadeias de restaurantes desertas, encontra variados personagens em diferentes graus de desespero e aceitação até chegar a uma central de polícia vazia, onde as evidências de um crime brutal mexem com seus instintos policiais. Com o tempo se esgotando, Hank segue as pistas, mas não tem certeza se está preparado para o que pode encontrar e se estas pistas têm algo a ver com Nico.  Ben Winters consegue prender os leitores com uma obra perfeita, com ritmo crescente, um forte clima opressor, um fim do mundo que paira em cada página e leva os leitores à reflexão: O quanto você iria para proteger alguém amado? Como você escolheria viver seus últimos dias na terra? " Fonte Rocco

Foto: Capa Homem Elegante
Livro: Homens elegantes
Autor: Samir Machado de Machado
Comprar:  Saraiva Cultura Amazon


"Um misterioso carregamento de livros eróticos é apreendido na alfândega do Rio de Janeiro. Um homem é encontrado morto em Lisboa dentro de um barril. Érico, um soldado brasileiro, é enviado a Londres para tentar juntar as pontas deste enigma. Assim começa Homens elegantes, novo romance de Samir Machado de Machado, que marca a estreia do autor na Rocco. Repleto de ação e intrigas, combinando referências que vão desde Thomas Pynchon e Érico Veríssimo até videogames e filmes de James Bond, a narrativa é uma visita ao ambiente da alta-sociedade londrina do século 18 e às aventuras de capa e espada, mas também uma análise das contradições do Brasil colônia e de sua tumultuada relação com Portugal.
Dividido em três atos, o texto se destaca pelo incrível detalhamento dos costumes da época. Códigos de vestimenta, gestuais com leques utilizados em festas, receitas de doces, tipos de carruagem, mercado livreiro, óperas, estilos tipográficos, jogos de carta, duelos de espada... Nada escapa ao olhar atento de Samir, que já havia explorado o mesmo período histórico em Quatro Soldados e passou três anos pesquisando para esta obra, o que incluiu uma viagem a Londres.
A formação de identidades também aparece como um tema central. Não apenas a identidade nacional (Érico, o protagonista, é brasileiro de nascimento e foi criado em Portugal), mas também de gênero e de classe, em um período em que o código moral da nobreza cedia espaço aos valores da burguesia emergente. Uma leitura mais atenta revelará diversos paralelos com o Brasil de hoje, muitos deles explícitos. 
Mas Homens elegantes não é um romance histórico repleto de dados maçantes e cansativos, tampouco uma mera crítica de costumes. Pelo contrário: o enredo de espionagem e o ritmo vertiginoso da narrativa fazem dele algo próximo a um filme de ação, envolvendo o leitor em uma trama complexa de traições, assassinatos e trapaças. O grande mérito do autor é apresentar a história em um texto com diversas camadas de leitura, tornando-o interessante para diversos públicos. 
Acima de tudo, Homens elegantes é divertido, um livro de entretenimento que não abre mão da inovação estética e jamais subestima a inteligência do leitor. Samir se revela um escritor maduro e de estilo consolidado, capaz de abordar com leveza e uma visão única questões de grande relevância." Fonte Rocco
Foto: Capa Livro Pássaro Louco


Livro: Pássaro louco
Autor: Rosiska Darcy de Oliveira

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"Pássaro louco, o novo livro de Rosiska Darcy de Oliveira, é uma antologia que reúne as melhores crônicas da autora, escritas ao longo dos últimos vinte anos. Elas reconstituem o pensamento de uma cronista celebrada pela crítica literária pela originalidade de seus textos, em que a erudição da ensaística se exprime na forma leve da crônica. Pássaro louco é o registro dos itinerários dessa mulher que diz ter vivido três séculos em uma vida. Em “Infância não tem cura”, primeiro capítulo do livro, emerge a descoberta do mundo, a difícil travessia de tudo que é ainda misterioso. “Viver é um susto que começa na infância. Porque, pense bem, como é possível de repente descobrir-se vivo, dar nome às coisas desconhecidas, decorar quem é quem nesse lugar que, supostamente, é a sua casa?” No universo de um só quarteirão dá-se a travessia de tudo que é ainda misterioso, os amores silenciosos, o padre que tem seis filhos que esconde na escola paroquial, a convivência com as vizinhas turcas que  ensinam o diferente, a intuição do perigo no velhinho inofensivo, o balão que sobe e em sua beleza leva o risco da destruição e ensina que “glória, gênio e inferno são feitos do mesmo fogo”. O mistério do terreno baldio onde, quando cai a noite, se esconde uma mulher. A alegria dos verões e dos carnavais. Nada disso tem cura e vai virar literatura. Em “Arlequins e Purpurina” é o carnaval, uma das paixões da autora, que vai se revelar como “uma festa virtuosa” que sabe que “ninguém é autêntico quando fala em primeira pessoa, mas que, ao escolher sua máscara, vai se revelar”. “Há tanta sabedoria no carnaval e um silêncio estridente que ninguém ouve em meio ao burburinho das escolas que desfilam hipermodernas, dos blocos que insistem em reviver um amor que se acabou, em meio à melancolia de foliões que ainda vagam sozinhos pelas calçadas, as asas quebradas pelo cansaço, depois de um voo cego pela avenida. Ninguém ouve o silêncio do carnaval”. “Pássaro louco”, o capítulo que dá título ao livro, fala do amor, “esse pássaro louco que ninguém sabe onde vai pousar”. Paixão, ciúme, fidelidades e infidelidades, os amores proibidos, o pássaro louco alça seu voo arriscado e pousa onde menos se espera. “A paixão reconstrói a virgindade, tem uma pureza juvenil. Paradoxalmente, é selvagem. Há nela uma força animal, um descontrole dos sentidos que passa longe da civilização e seus bons modos. É um mundo de bichos enfurecidos que rondam uns aos outros uivando para a lua.” Com “Uma roupa de silêncio” a autora atravessa o mundo das sombras, do medo, da insônia, dos acasos incontroláveis. Estabelece então um diálogo com “O interlocutor mudo”. Rosiska não acredita em Deus e acha que “é por orgulho que aceito a aridez desse não lugar”. “Mas não me iludo, dia virá em que talvez mais velha, mais fraca ou conciliatória, ou conformada, possa me abandonar a um sentimento oceânico, a um desejo de pertencimento mais forte do que eu, uma espécie de música infinita que me ocupe inteiramente. Talvez feche os olhos. Não recusarei essa música. Nem a morfina.” “Inventário das perdas” reconstrói os principais eventos da política internacional no século XXI, da queda das Torres Gêmeas até a crise dos refugiados, evocada na crônica Senhor Deus dos desgraçados. A indignação face aos dramas do mundo, que atravessa toda a obra de Rosiska, encontra nesse capítulo algumas de suas expressões mais pungentes.   Assim também as crises e as alegrias do Brasil e de sua cidade natal, o Rio de Janeiro, se espalham nas páginas dos capítulos “Pindorama” e “As cavalariças da política”, essa uma menção às cavalariças mitológicas do rei Augias para metaforizar a corrupção que grassa no país, exigindo um esforço hercúleo para ser superada. “As coisas que não existem” – “o que seria de nós sem as coisas que não existem” – e “Família secreta” são um mergulho no universo que lhe é mais familiar, a literatura. Dessa família secreta fazem parte personagens como Emília, a Marquesa de Rabicó, de Monteiro Lobato e os grandes escritores como Marguerite Yourcenar, Clarice Lispector e García Márquez. Leitora voraz, Rosiska perdeu uma biblioteca jogada no mar por quem quis protegê-la da polícia. Celebra os livros que, “verdade das mentiras, são, admite, perigosíssimos”. “Todos os tiranos temem o imaginário porque, se conseguem pela dor e pela tortura controlar os corpos dos inimigos, a imaginação, essa transita soberana e intocável pelos territórios livres do sonho e do pensamento. A imaginação é um território liberado.”  “Pandora à solta” se insere na ponta do contemporâneo, no que ciência e tecnologia vêm produzindo de mais instigante, transformando as sociedades e as pessoas. Convencida de que “o destino não é mais o que era antes”, graças às biociências, Rosiska atravessa o “tempo dos selfies”, “a incorpórea população que habita o ciberespaço”, a medicina que faz seu caminho “de Hipócrates à hipocrisia”, as senhas que nos aprisionam, a escravidão das grifes e toda essa espantosa Utopia Virtual. Pássaro louco “habita uma zona de fronteira onde se encontram e se entendem a narrativa ficcional, o poema em prosa e a astúcia ensaística”, escreve o acadêmico Eduardo Portella em seu prefácio ao livro. " Fonte Rocco 

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