quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Lançamento Rocco Novembro 2016

Oi!!

Os novos lançamentos da Rocco este mês traz um dos livros mais aguardados de todos os tempos o oitavo livro da saga Harry Potter este bruxinho que cresceu junto com muitos leitores, e sempre deixava aquele gostinho de quero mais. Apos anos sem lançar outro livro da saga todos acreditavam que havia acabado os livros mas a autora J.K. Rowling surpreendeu seus fãs com este novo livro fazendo a alegria de muita gente. Foi lançado este mês livros de romance, suspense, ficção e fantasia uma gama de opções de livros para você não ter desculpa para não comprar um livro e viajar nestas aventuras. Confira abaixo os lançamentos.

Foto: Capa Livro
Rio-Paris-Rio
Livro: Rio-Paris-Rio
Autor: Luciana Hidalgo
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
Maria e Arthur se encontram em Paris no início de 1968. Ela estuda filosofia na Sorbonne, ele é poeta e artista de rua. Juntos vivem os excessos daqueles anos de revoluções e utopias e fogem da ditadura no Brasil, divididos entre o deslumbramento pelo que o Velho Mundo lhes oferece e a permanente sensação de que são intrusos na grande festa que é Paris. Duas vezes ganhadora do prêmio Jabuti – por Literatura da urgência: Lima Barreto no domínio da loucura (Teoria e Crítica Literária) e Arthur Bispo do Rosário – O senhor do labirinto (Biografia) – a jornalista e escritora Luciana Hidalgo estreou na ficção com O passeador, ambientado no Rio de Janeiro da Belle Époque. Agora, em seu segundo romance, a autora narra uma história de amor, sonhos e desilusões, tendo como pano de fundo um período conturbado da história, tanto na Europa quanto no Brasil, com uma prosa poética e potente. 
Maria passa o dia lendo Descartes e tenta seguir à risca as orientações do professor de filosofia sobre métodos de simetria e perfeição na condução de sua vida. Arthur é um libertário, idealista e sonhador, inimigo da rotina e artista nato. A realidade do Brasil, imerso numa ditadura violenta, é a sombra que permeia a relação dos dois, e também o apartamento ao lado, onde outro brasileiro, conhecido como “Marechal”, reúne estrangeiros que passam pelo mesmo problema em seus países e articulam um modo de resistir ao poder brutal das armas. Embora o livro se passe em 1968, ano de transformações culturais e comportamentais no mundo todo, em especial na França, seu tema soa bem atual, não apenas pelo avanço de pensamentos reacionários por toda a parte, mas também devido à importante questão dos refugiados que entram na Europa todos os dias e já provocam reações pouco amistosas de boa parte da população e dos políticos. Maria, ao refletir sobre o afrancesamento de nomes próprios estrangeiros, uma forma de torná-los mais familiares e menos ameaçadores, entende bem a sua situação e se angustia com isso. “O próprio termo francês étranger, usado para o estrangeiro, significa também estranho, aquele que destoa do meio. Quando ela entendeu isso, entendeu tudo. Todo estrangeiro é um intruso, ela sabe.” Os personagens do romance flanam por uma Paris que Luciana conhece muito bem. Eles sabem, pelo menos Maria tem plena consciência disso, que naquela cidade, naquele país, eles não são anfitriões e sim convidados, e à medida que vão ouvindo relatos de torturas e mortes no seu país natal, à medida que Maria sente o seu passado assombrá-la em pesadelos, a sensação de não identificação vai se intensificando, como o “estrangeiro” de Camus. Em meio a isso, ela experimenta LSD, entra, sem querer, na manifestação dos estudantes parisienses pelos bulevares (que ficou conhecida como Maio de 68) e se lembra de seu próprio país. Arthur está longe, em mais uma de suas peregrinações por qualquer canto onde se sinta bem, e ela, desamparada, aguarda o seu regresso enquanto sua lembrança se faz presença inevitável, por exemplo, nas conversas com Luc, herdeiro de um esnobismo de aristocratas do passado que faz Maria perceber, exatamente, como esse Velho Mundo está proibido para ela. Luciana Hidalgo reforça, neste livro, outra característica sua, bem presente nas obras anteriores: a identificação com aqueles que vivem à margem, os que se opõem ao sistema e não se permitem levar a vida certinha que lhes oferecem, os que lutam contra injustiças e pagam com a própria vida, os chamados loucos, com suas realidades essencialmente próprias, personagens sempre capazes de proporcionar uma rica literatura. 
Nas digressões filosóficas que Luciana vai destilando através de sua protagonista, encontramos reflexões de uma geração aturdida com acontecimentos políticos que fogem ao seu controle e deságuam em “guerrilhas, cardinales, caras de presidentes”, como na música Alegria, Alegria, de Caetano Veloso (que Maria adora ouvir na vitrola de seu quartinho), ou nas barricadas erguidas pelos estudantes de Paris. Em meio a tanta turbulência, resta a utopia de Arthur, que se senta na rua com a máquina de escrever e produz poemas preconcebidos para qualquer assunto. Ao lado, a placa diz: “o artista está na rua.” Fonte Rocco

Foto: Capa Livro Em um
bosque muito escuro
Livro: Em um bosque muito escuro
Autor: Ruth Ware
Tradução: Alyda Sauer
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
Uma festa com poucos convidados, entre eles alguns que não se veem há mais de uma década. Um lugar isolado, onde telefones celulares ou convencionais funcionam precariamente. Amigas que se separaram bruscamente, num passado repleto de segredos e episódios dolorosos. A busca por respostas a situações jamais esclarecidas, que surgirão na medida em que um crime for desvendado. É na junção dessas tantas subtramas que está a força de Em um bosque muito escuro, romance de estreia da inglesa Ruth Ware, que conquistou a crítica especializada e a lista dos mais vendidos dos Estados Unidos e da Inglaterra com uma narrativa arrebatadora, na qual os relacionamentos se constroem pelo entrelaçamento de admiração, carinho, inveja e ressentimentos. O título é o segundo da coleção Luz Negra, que reúne a revelação do novo suspense mundial, e será adaptado para o cinema por Reese Whiterspoon. O inesperado convite para a despedida de solteira de Clare, uma amiga de colégio de quem se distanciou na adolescência, deixa intrigada a jovem escritora de histórias de suspense Nora Shaw. Ao aceitar participar do encontro de fim de semana, numa casa de campo isolada, a retraída Nora é confrontada pelas recordações da época em que convivia com a exuberante Clare, a menina mais popular da escola, que a protegeu e apoiou durante o tempo em que estudaram juntas.  No entanto, um episódio nebuloso afastou Nora de todos os colegas e amigos da adolescência, exceto Nina de Souza, também chamada para o fim de semana.  A organizadora do evento é Flo, a insegura madrinha do casamento de Clare, que tem pela amiga verdadeira veneração, copiando seu comportamento e estilo de vestir, sempre prestes a um colapso nervoso diante de qualquer contrariedade.  O cenário desolador onde se encontram os seis participantes de uma festa sem alegria torna-se opressor a partir de diversos pequenos acontecimentos que incomodam a protagonista – talvez mais do que às outras personagens. Um desses choques é o anúncio de que Clare vai se casar com James, o primeiro namorado de Nora. Esta jamais esqueceu James, mesmo depois do rompimento, quando se mudou da cidade onde todos moravam. As atividades planejadas por Flo também não chegam a empolgar os convidados. Além de Nora e Nina, hospedam-se na casa o dramaturgo Tom, amigo de James, e Melanie, que pela primeira vez deixa o filhinho recém-nascido aos cuidados do pai e passa o tempo todo tentando se comunicar com o marido.   Situações que permaneceram abafadas pela conveniência são reveladas a cada instante, colocando em dúvida qualquer certeza sobre decisões tomadas ou a fidelidade das amizades de infância. A sensação claustrofóbica experimentada pelos personagens também sufoca o leitor, que percebe, a cada página, o quanto a verdade se esconde sob aparência de cordialidade e gentileza. Os temores de cada convidado, suas frustrações e suas ligações uns com os outros são peças de um mosaico cuidadosamente montado por Ruth Ware, que cria uma atmosfera inquietante neste thriller que lhe rendeu comparações com os principais nomes do novo suspense feminino, como Paula Hawkins e Gillian Flynn. Fonte: Rocco


Foto: Capa Livro
O advogado rebelde
Livro: advogado rebelde
Autor: John Grisham
Tradução: Geni Hiratra
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
Um advogado que não joga pelas regras e defende a escória da sociedade.  Sebastian Rudd não está nem aí para o que os outros pensam. Para ele, qualquer pessoa merece um julgamento justo, ainda que, para isso, seja necessário burlar certas leis.  O advogado rebelde é mais novo sucesso de John Grisham, o consagrado autor de clássicos do thriller jurídico como A firma, Tempo de matar, O homem que fazia chover e tantos outros. Neste novo livro, Grisham volta aos tribunais com um dos seus personagens mais cativantes, o indomável Sebastian Rudd. Rudd não é o típico advogado que trabalha para uma grande firma e usa gravatas e ternos de alfaiates renomados. Ele é fã de MMA e empresário de lutador, viciado em sinuca e golfe. Seu escritório é uma van preparada com wi-fi, poltronas de couro, compartimento secreto para arma e um sortido bar, e seu motorista anda fortemente armado. Sem associados, sem assistentes, somente com a ajuda de Partner, seu motorista, guarda-costas, caddy e às vezes baby-sitter, Rudd defende pessoas que os outros advogados preferem manter distância: um garoto acusado de abusar e assassinar duas meninas pequenas de uma cidadezinha próxima, um rei do crime no corredor da morte e um aposentado preso por atirar em um oficial da Swat que invadiu sua casa em uma desastrada operação policial. Às voltas com uma ex-mulher que faz de tudo para evitar que veja seu filho e o julgamento de seu promissor lutador de MMA que atacou um juiz, Rudd ainda tem que lidar com policiais corruptos e um misterioso foragido da justiça que diz ter pistas sobre o desaparecimento da filha do chefe de policia. Com seu imenso talento, Grisham conduz o leitor pela conturbada vida de Rudd e seus vários casos, imprimindo um ritmo crescente em um livro repleto de surpresas. O advogado rebelde é mais um prova de que John Grisham é um dos maiores nomes do thriller jurídico de todos os tempos. Fonte Rocco


Foto Capa Livro Harry Potter
e a Criança amaldiçoada
Livro: Harry Potter e a criança amaldiçoada #8
Autor: J.K. Rowling, Jack Thorne, John Tiffanyt
Tradução: Anna Vicentini
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
A oitava história. Dezenove anos depois.
Baseada numa história original inédita escrita por J. K. Rowling, Jack Thorne e John Tiffany, Harry Potter e a criança amaldiçoada, uma peça de Jack Thorne, estreou em Londres no dia 30 de julho de 2016 e sai em livro no Brasil no dia 31 de outubro, pela Rocco, com tiragem inicial de 500 mil exemplares. A edição especial de roteiro de ensaio de Harry Potter e a criança amaldiçoada chega às livrarias brasileiras nas versões brochura e capa dura, ambas em papel off-white, seguindo o padrão das edições britânicas. Maior fenômeno editorial de todos os tempos, a saga Harry Potter já vendeu mais de 450 milhões de exemplares em todo o mundo, distribuídos em mais de 200 territórios e traduzidos em 79 idiomas. Sempre foi difícil ser Harry Potter e não é mais fácil agora que ele é um sobrecarregado funcionário do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Enquanto Harry lida com um passado que se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo,  Alvo, deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes as trevas vêm de lugares inesperados. O e-book em português é publicado pelo Pottermore, responsável pela edição digital de Harry Potter e o Mundo Mágico de J.K. Rowling em todo o mundo, simultaneamente à edição impressa em português da Rocco. Fonte Rocco

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