sábado, 7 de janeiro de 2017

Lançamento Editora Fábrica231 Janeiro 2017

Oi!!

Gente, este mês a Editora Fábrica231 esta dois romances sem um nacional, os dois romances prometem... Já já poderemos conferir de perto este dois livro eles devem estar disponíveis para compra nas livrarias, então corram e garantam os seus livros.

Foto: Capa Livro
Sob um milhão de estrelas
Livro: Sob um milhão de estrelas
Autor: Chris Melo
Alma Abreu está prestes a lidar com um inventário, uma herança e uma série de histórias de um passado tumultuado que pertence mais aos seus pais do que a ela mesma. Tudo isso, porém, parece o mais fácil dos seus próprios problemas no momento. Ficar alguns dias na pacata Serra de Santa Cecília tentando descobrir mais sobre suas origens veio bem a calhar. Ainda mais na charmosa e colorida casa que lhe foi deixada pela avó paterna. Para surpresa de Alma, a avó pediu a um vizinho que mantivesse a casa habitável, inclusive com armários e geladeira abastecidos. Este é o ponto de partida de Sob um milhão de estrelas, segundo romance de Chris Melo a ganhar edição pelo Fábrica231, o selo de entretenimento da Rocco.  
Alma não demora a conhecer o vizinho prestativo. Carlos Eduardo mora do outro lado da rua, é professor universitário na cidade vizinha e dono de um bar frequentado por universitários em Serra de Santa Cecília, cidade que escolheu para tentar reconstruir sua vida depois do que batizou de “furacão Elisa”. Logo nas primeiras páginas, os leitores de Chris Melo vão se dar conta de que Carlos Eduardo, ou melhor, Cadu, é um velho conhecido, o amigo-vizinho-namorado que Elisa escolheu para tentar esquecer-se de Paul em Sob a luz dos seus olhos. Desta vez, ao lado de Alma, Cadu ganha o merecido posto de protagonista. 
Nas primeiras horas em Serra, Alma conhece não apenas Cadu, mas um grupo inteiro de amigas. Trata-se do “clã” formado por moças de diferentes famílias, cujas titularidades na confraria vão sendo passadas para filhas e netas. Alma acaba de descobrir que agora é amiga das filhas das melhores amigas de sua mãe. Sem direito de decidir qualquer coisa, logo se vê participando de uma festa no bar de Cadu com suas novas melhores amigas e tendo tempo para conversar um pouco mais com o interessante dono do bar. 
A semana reservada para conhecer a cidade, conversar com o advogado da avó e decidir o que fazer com tudo o que ela deixou passa voando. Apesar da vida inteira em uma metrópole, ocupada demais com plantões médicos, Alma sente uma ligação estranha com o pequeno lugar em que cresceram seus pais. Como é possível sentir tanta saudade de pessoas que acabou de conhecer? A partir de que momento Cadu se tornou imprescindível para ela? Será que essa vontade de ficar é apenas medo de enfrentar o incidente no hospital que lhe fez ficar sem chão? Como voltar a ter a vida de antes depois do que viveu em Serra?
Enquanto Alma tenta se reequilibrar para refazer a rotina em São Paulo, Cadu luta para não se envolver ainda mais com uma pessoa que mal conhece. A quem ele tenta enganar dizendo que já esqueceu Elisa? Será que vai querer levar essa vidinha de cidade do interior até quando? No final, porém, como conseguir viver sem Alma, que bagunçou sua rotina em tão pouco tempo? Em uma narrativa envolvente, com a mesma escrita dinâmica do livro anterior, Chris Melo entrega ao leitor uma história que combina drama com muito amor e amizades verdadeiras, em mais um lançamento da coleção <3 Curti, dedicada a leitores que não abrem mão de uma boa história romântica com final feliz. Fonte Editora Fábrica231 


Foto: Capa livro 30 e
poucos anos e uma máquina do tempo
Livro: 30 e Poucos Anos e uma Máquina do Tempo
Autor: Mo Daviau
Tradução: Edimundo Barreiro
Imagine viajar no tempo para assistir a qualquer grande show da história? Os Beatles no Shea Stadium ou no telhado da Apple Records, o Nirvana em um bar minúsculo de Seattle ou Miles Davis no lendário clube Birdland. Quem nunca pensou em poder voltar antes de 1980 e conhecer John Lennon ou sentar em uma das poucas cadeiras do café Sin-é, em Nova York, e assistir a Jeff Buckley antes da fama. Essa chance única de deslocamento temporal é o que move 30 e poucos anos e uma máquina do tempo, romance da escritora americana Mo Daviau, que elabora uma espécie de cruzamento entre Doctor Who e Alta fidelidade. O resultado é uma declaração de amor nostálgico à inocência da juventude e à esperança do que nos aguarda no futuro. 
Tudo começa quando Karl Bender, ex-guitarrista de sucesso indie e agora dono de bar coroa e rabugento, descobre uma fenda no tempo em seu armário, um buraco de minhoca pessoal. A partir disso, Karl e seu melhor amigo Wayne passam a viajar para shows incríveis e a compartilhar a experiência com conhecidos em troca de dinheiro. Tudo vai bem até o momento em que Wayne decide o óbvio: interferir no passado. Por engano, ele acaba voltando mais de mil anos e Karl vai precisar de ajuda técnica pra resgata-lo, já que a eletricidade é peça chave para que as viagens aconteçam. O problema acaba trazendo a personagem mais interessante da trama: Lena Geduldig, astrofísica que compartilha com Karl a adoração por Elliott Smith e aceita o desafio de tentar trazer Wayne de volta ao presente. A referência óbvia ao clássico com Michael J. Fox e seu DeLorean é só mais uma das muitas espalhadas pelo caminho. Lena e Karl engatam um romance que torna tudo ainda mais complexo e divertido, principalmente pelas mensagens que começam a chegar do futuro. A obra utiliza muito bem metáforas relativas à interferência em acontecimentos passados para levantar questões sobre o eterno descontentamento humano com o presente e a melancolia que os personagens demonstram a respeito do rumo que tomaram na vida. Karl reencontra uma ex-namorada, Lena revê sua mãe e Wayne se surpreende com a paz das tribos, uma alegoria sobre a insatisfação com as escolhas inerentes à vida adulta.  O livro é uma caixa cheia de citações sobre a cultura alternativa: Galaxie 500, Sebadoh, Elvis Costello, REM, Fugazi e mais dezenas de artistas caminham pela narrativa, seja nos shows das viagens temporais afetivas ou por terem marcado a vida de todos na trama, gravados em suas tatuagens e em momentos-chave para a formação do caráter desses jovens adultos. Veículos como Mashable, NPR e The Creators Project abraçaram o romance com bastante entusiasmo, mostrando a vocação pop da obra de Mo Daviau, que conjuga universos tão díspares quanto Art Garfunkel e bandas punk de Washington. Fonte: Editora Fábrica231

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