segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Lançamento Editora Rocco Janeiro de 2017

Oi!!

Gente sei que já passamos do meio do mês de Janeiro, mas ainda está em tempo, então vamos a mais um lançamento da editora Rocco para este mês trazendo o segundo volume da série Ordem dos sanguíneos que esta fazendo muito sucesso, e que não se lembra de Daniel Pennac um escritor francês que escreveu o Diário de escola como um romance, pois então ele esta lançando mais um livro, e além deste tem muitos outros autores maravilhosos. Abaixo a sinopse dos livros

Foto: Capa Livro
Sangue Inocente
Livro: Sangue Inocente #2
Série: Ordem dos sanguíneos
Autor: James Rollins e Rebecca Cantrell
Tradução: Ana Derió
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Com O Evangelho de Sangue, o primeiro romance da série da Ordem dos Sanguíneos, James Rollins e Rebecca Cantrell combinaram magistralmente seus conhecimentos científicos, de mitos e religião e nos apresentaram a um mundo em que milagres contêm um novo significado e a luta pela vitória do bem sobre o mal é muito mais complicada do que jamais havíamos sonhado. Em Sangue inocente eles mais uma vez nos levam até a beira da destruição... e para os limites mais incríveis da imaginação, num thriller de tirar o fôlego.  Depois dos traumáticos eventos em Massada, Israel, Erin Granger volta para os Estados Unidos e tenta retomar sua rotina acadêmica, enquanto lida com a perda de sua aluna Amy e com seus sentimentos pelo sargento Jordan Stone. A revelação da existência de um Evangelho de Sangue escrito pelo próprio Jesus Cristo, a descoberta da antiga Ordem dos Sanguinistas e seus adversários, os strigois, criaturas selvagens, sem almas, forjados de assassinatos e sangue, também chamados de vampiros, mexeu com as crenças de Erin.  A jovem imaginava ter deixado estes pesadelos para trás, mas um estranho ataque e uma série de assassinatos em Roma a traz de volta a este perigoso mundo. E ela junta forças com Jordan Stone e o sanguinista Christian. A equipe parte em busca do desaparecido Rhun Korza, sanguinista e antigo aliado, e do jovem Tommy Bollar, outro sobrevivente do evento em Massala. A surpreendente identidade do líder dos strigois e o aparecimento da Condessa Elisabeta Bathory, mancha na alma de Rhun Korza, trazem novos jogadores para o tabuleiro. Esses novos adversários e a profecia do Evangelho de Sangue levam Erin e seu grupo em uma aventura ininterrupta através de séculos de história ao redor do mundo. Das planícies desertas da Terra Santa até as águas geladas do oceano Ártico, das catacumbas de Roma a uma plataforma de petróleo no mar Mediterrâneo. E finalmente até os portões do inferno, onde o destino da humanidade será decidido.  Em Sangue inocente, James Rollins e Rebecca Cantrell usam sua experiência e talento para colocar o leitor em um mundo à beira do apocalipse, onde anjos, apóstolos de Cristo, humanos e vampiros se enfrentam em uma batalha épica pela salvação de toda a criação. Editora Rocco


Foto: Capa Livro
Diário de um Corpo
Livro: Diário de um Corpo
Autor: Daniel Pennac
Tradução: Bernardo Ajzenberg
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O celebrado autor francês Daniel Pennac (Diário de escola; Como um romance) apresenta em seu novo romance um narrador que tem como objetivo entender e se reconciliar com esse estranho tão íntimo: seu próprio corpo. De um acidente humilhante num campo de escoteiros durante a infância aos últimos estágios de uma doença terminal, esse homem traça o Diário de um corpo. Nele, em vez de se concentrar em examinar fatos e detalhes biográficos, decide se dedicar ao físico – pele, carne, olhos, dedos, pernas, dentes, secreções, dores e prazeres.  Aos 12 anos, o pavor de ser picado por formigas. Aos 16, cabelos oleosos, caspa, espinhas vermelhas no rosto, cravos no nariz, mamilos inchados. Aos 22, a possibilidade de finalmente voltar a sentir o sabor do café puro após o racionamento durante a Segunda Guerra Mundial. Aos 43, um calombo dolorido num dedo do pé e pólipos obstruindo as narinas. Aos 48, insônia crônica e zumbido no ouvido. Aos 55, uma mancha marrom no dorso de uma das mãos. Aos 62, esquecimentos repentinos e constantes de senhas, números de telefone, nomes, aniversários. Aos 67, uma constatação: “a partir de agora, meu corpo se constitui em um obstáculo entre o mundo e mim”. Aos 73, uma cirurgia na próstata. A agonia chega aos 86. Os passos cada vez mais curtos, a tontura ao se levantar, a falta de fôlego, o joelho travado, a voz enrouquecida, o cansaço súbito, a multiplicação dos cochilos, um diagnóstico de câncer, as transfusões de sangue, a morte. Ao longo de todo o livro, no entanto, o leitor se aproxima da vida e da vitalidade de um personagem que se mostra por completo, em corpo e alma, através da transposição de seus cheiros, lágrimas, ereções, feridas e infecções em emoções, descobertas, temores e decepções. “Nós morremos porque temos um corpo, e toda vez é uma cultura o que se extingue”, afirma o narrador – e é justamente toda essa cultura intrínseca a um indivíduo que compõe a essência de Diário de um corpo. Daniel Pennac cria um personagem que buscou, por meio do texto, proteger o corpo dos assaltos da imaginação e, ao mesmo tempo, a imaginação das manifestações intempestivas do corpo. O resultado é uma história de amor entre um homem e seu próprio organismo – e ainda que, inevitavelmente, o final não seja feliz, o processo é repleto de humor, ternura, questionamentos e uma linguagem poética que só um dos grandes escritores da atualidade pode ser capaz de engendrar. Fonte: Editora Rocco

Foto: Capa Livro
Dicas Da Imensidão
Livro: Dicas da Imensidão
Autor: Margaret Atwood
Tradução: Ana Derió
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
A história de mulheres confrontando seus monstros. De jovens em colônias de férias com nomes indígenas a poetas de saraus em cafeterias antiburguesas e profissionais bem-sucedidas dos escritórios de Toronto, Margaret Atwood apresenta em Dicas da imensidão dez contos que, ao recuperarem acontecimentos transformadores do passado – recente e distante – de cada uma de suas protagonistas, e seus ecos no presente, convidam a uma reflexão sobre escolhas, chances perdidas e sobrevivência. Em “Dicas da imensidão”, que dá nome à coletânea, Portia, uma mulher de cortesia e tato e de poucas palavras, lida com seu amor incondicional por um marido que destila charme para todas ao redor, incluindo as duas irmãs da esposa – uma delas, com quem mantém um caso extraconjugal. Prisioneira do atropelo do amor, Portia se pergunta se perdeu alguma informação vital que permite às outras pessoas serem mais livres do que ela. Já em “Bola de cabelo”, Katherine ouve do seu cisto ovariano recém-removido tudo o que jamais quis ouvir a respeito de si mesma. Ao mesmo tempo que lida com lembranças dolorosas, Kat enfrenta um golpe de seu chefe e amante. Em “Peso”, temos o relato confessional de uma advogada que admite ter trocado o idealismo e a determinação da juventude pela segurança que o seu poder de sedução oferece na hora de angariar doações de homens milionários para um abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica.  Escrevendo com autoridade e segurança, Margaret Atwood passa em Dicas da imensidão “a sensação de que tem completo entendimento dos corações e mentes de seus personagens” (The New York Times). Como em outras de suas obras, a autora canadense aborda aqui também a complexidade das relações de suas protagonistas com os homens ao redor – de chefes e mentores a amigos, maridos e amantes –, dando atenção particular à experiência e à fala da mulher. Algumas são chamadas de estridentes por usar termos como patriarcado, ou julgadas histéricas, sentimentais demais por escrever colunas a respeito de bulimia no ambiente de trabalho, amamentação em público e más notícias de pessoas que não se incluem no sistema. Outras ficam malfaladas no camping por sair com esse ou aquele garoto. Mas não se engane, as protagonistas de Margaret Atwood não são vítimas, e sim mulheres enfrentando seus medos e dores como podem. Publicada originalmente em 1991, Dicas da imensidão reúne textos apresentados por Atwood em revistas como The New Yorker, Granta, Playboy, Vogue e New Statesman. É uma coletânea que “mostra a autora em pura forma” (Kirkus Review), e que forma! Hoje, com mais de 45 anos de carreira, Margaret Atwood se mantém uma das mais consagradas romancistas, poetas, contistas e críticas literárias em atividade. Incansável, tem em seu currículo mais de 60 títulos traduzidos para mais de 30 idiomas, incluindo O conto da aia, Olho de gato, A vida antes do homem e outros 16 livros publicados no Brasil pela Rocco. A canadense participa ainda de projetos que vão da adaptação de suas obras para a TV e videogames à Biblioteca do Futuro, iniciativa que envolve o plantio de mil árvores na Noruega para suprir o papel no qual uma coletânea de cem manuscritos inéditos será publicada em 2114. O reconhecimento do seu trabalho é refletido na série de homenagens e prêmios conquistados, como a Ordem do Canadá, o Man Booker Prize de 2000 por O assassino cego, o Príncipe de Astúrias de 2008 pelo conjunto de sua obra e o Pen Pinter Prize 2016, por seu ativismo na defesa de causas ambientais e humanitárias. O lançamento de Dicas da imensidão no Brasil é um presente e tanto para aqueles que acompanham o trabalho de Margaret Atwood desde o início quanto para os leitores que têm interesse em começar a explorar sua vasta obra. Fonte Editora Rocco


Foto: Capa Livro O clube
de leitura de Jane Austen
Livro: O Clube de leitura de Jane Austen
Autor: karen Joy Fowler
Tradução: Angela Pessôa
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
Consagrada pelos diálogos afiados e pela ironia presente em seus romances, Jane Austen é uma das escritoras inglesas mais conhecidas no mundo. Fã da autora, a norte-americana Karen Joy Fowler faz um divertido passeio por suas obras em O clube de leitura de Jane Austen, que se manteve por 33 semanas na lista dos mais vendidos do The New York Times, figurou no prestigioso ranking dos 100 livros notáveis do ano do jornal e deu origem ao filme de mesmo nome. No livro, Fowler apresenta um grupo formado por cinco mulheres e um homem, traçando um paralelo entre seus personagens e os criados pela autora britânica, numa deliciosa análise dos relacionamentos modernos à luz da obra de Jane Austen.  A trama, que se passa na Califórnia, começa quando Jocelyn, uma criadora de cães da raça Leão da Rodésia, decide montar um clube de leitura para discutir as obras de Jane Austen. Ela escolhe a dedo os integrantes: Sylvia, sua melhor amiga desde quando as duas tinham 11 anos; Allegra, filha de Sylvia; Prudie, professora de francês na escola local; a falante Bernadette, conhecida por ter se casado várias vezes; e Grigg, o único homem autorizado a participar. Ao longo de seis meses, o grupo se reúne para conversar sobre um livro de Jane Austen de cada vez. Eles começam na casa de Jocelyn, com Emma; passam para Razão e sensibilidade, escolha de Allegra; emendam em Mansfield Park, por sugestão de Prudie; se encontram na casa de Grigg para comentar A abadia de Northanger; debatem Orgulho e preconceito enquanto escutam Bernadette; e encerram com Persuasão, voltando à residência de Sylvia. Enquanto mergulha no universo de Jane Austen, o sexteto vive suas próprias histórias. Os leitores acompanham dramas como o divórcio de Sylvia, a morte da mãe de Prudie e o rompimento do namoro de Allegra. Mas nem tudo é tristeza: as irmãs mais velhas de Grigg dão uma ajuda para que ele se aproxime de sua paixão secreta, Bernadette encontra um novo marido e Jocelyn tem a chance de redescobrir o amor. Sucesso de vendas nos Estados Unidos, O clube de leitura de Jane Austen mostra que Karen Joy Fowler é capaz de criar uma trama deliciosa, transportando para os dias de hoje a voz da escritora inglesa que soube, como ninguém, descrever a sociedade provinciana da Inglaterra no século XVIII. Assim como aconteceu com algumas obras de Austen, o livro de Fowler ganhou uma adaptação para o cinema, com roteiro de Robin Swicord e nomes como Emily Blunt e Kathy Baker no elenco. Fonte: Editora Rocco

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