terça-feira, 9 de maio de 2017

Lançamento Editora Anfiteatro Maio 2017

Oi Gente!!

Este é o lançamento da Editora Anfiteatro um livro do Frei Betto onde ele indaga "por que escrevo?" ele começa o seu livro com esta pergunta e sério eu fiquei refletindo sobre esta pergunta, e apesar de ser uma pergunta simples a resposta é mais complicada, é difícil colocar em palavras. O Autor Frei Betto produziu um livro muito interessante com uma abordagem clara e simples. Abaixo uma breve sinopse do livro.

Foto: Capa livro
 Ofício de escrever
Livro: Ofício de escrever
AutorFrei Betto
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
Frei Betto tem longa carreira literária. São 61 livros nascidos ao longo de 45 anos, incluindo Ofício de escrever, uma coletânea de artigos que refletem sua paixão pela escrita e pela literatura. Ainda assim, ele abre suas crônicas com uma pergunta que o persegue desde sempre: “Por que escrevo?” e para a qual,  mesmo com tanto tempo nesta seara, não tem uma resposta. Ao longo da leitura desta nova obra, Frei Betto nos leva a uma viagem pela literatura e sua força como linguagem e instrumento de resistência.  “Escrevo para constituir a minha própria identidade”, “Escrevo para lapidar esteticamente as estranhas forças que emanam do meu inconsciente”, “Nada me dá mais prazer na vida do que escrever”, “Escrevo para ser feliz.” Essas são apenas algumas respostas que explicam sua fértil criatividade. Ele compara o processo de elaboração de um livro a um parto: por meio da escrita traz à luz suas ideias e intuições. A partir dali, uma vez publicado, o texto já não lhe pertence. São os leitores que tomam posse da obra e também do autor. É a sua criação oferecida ao mundo. Criação que é fruto da babel que o povoa. Assim, o leitor, ao se apossar de seu texto, torna-se um terapeuta tentando ler e entender a criação do autor.  Frei Betto não se limita a discorrer sobre seus próprios hábitos e segredos de escritor. Ele destaca também a técnica de autores fundadores, como Shakespeare e Cervantes, e singulares como Tomasi di Lampedusa, Saint-Exupéry e T.S. Eliot. Merece destaque o carinho com que aborda a obra de dois grandes escritores – mineiros, como ele – Bartolomeu Campos de Queirós e Adélia Prado. Esta última, capaz de arrebatamentos místicos comparáveis aos de Santa Teresa de Ávila ou Soror Juana Inés de la Cruz. Muito mais do que um ofício, a escrita é destacada aqui como a mais sagrada das artes, uma espécie de missão. Por isso mesmo, representa um instrumento de resistência. Para Frei Betto, uma das forças da literatura sob ditaduras é traduzir o sofrimento das vítimas e dialogar com elas. Dar voz a quem foi silenciado, como muitos escritores vítimas de repressão, como o apóstolo Paulo, Dante, Galileu e Dostoievski.  “A literatura, como toda obra de arte, é uma forma de resistência, de denúncia e de anúncio. Ela pode estar contida em um livro, manifesto ou mesmo em simples grafite gravado no muro de rua. Ali as palavras quebram o silêncio que nos é imposto, expressam nossa dor e nossa esperança, desmascaram e ridicularizam o tirano e a tirania.”, reflete o autor. Fonte Editora Anfiteatro

0 comentários:

Postar um comentário