sexta-feira, 28 de julho de 2017

Lançamento Editora Rocco Julho de 2017

Oi Gente!!!

Confira os lançamentos da Editora Rocco para o mês de Julho de 2017 será três livros sendo dois romances e um de design thinking, criatividade, liderança e desenvolvimento pessoal ótimos livros para você curtir nas suas férias. Como sempre a Rocco não deixa a desejar sempre inovando, e aperfeiçoando seus livros. Confira a baixo uma breve apresentação dos livros;

Foto: Capa livro
Terça à noite em 1980
Livro: Terça à noite em 1980
Autormolly Prentiss
Tradução: Santiago Nazarian
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
Frenético e eletrizante. Dois adjetivos que descrevem tão bem Nova York e Terças à noite em 1980, estreia da norte-americana Molly Prentiss classificada pela crítica especializada como “exuberante” (Kirkus Review), “delicioso” (The Guardian) e “viciante desde o início” (Financial Times). 3, 2, 1... Happy New Year! Já é 1980 na Big Apple. Mais: é terça-feira. “Sempre achei as terças tão charmosas, não é?”, comenta com uma amiga a badalada galerista Winona George, em sua mais que badalada festa de Réveillon. Em meio a tagarelices sobre arte, Winona distribui gotas de sabedoria para seus convidados. “Façam o contrário! Contra a maré! Façam as coisas da forma errada!”, sugere para James Bennett e Marge Hollister, dois dos protagonistas dessa história que terão suas vidas para sempre transformadas por 1980. Juntos, James e Marge dividiram muito feijão em lata e ovos fritos, enfrentaram o surreal e intimidante início da vida adulta, conquistaram seu espaço: ela como diretora de arte numa agência de publicidade; ele, após muitos nãos, como crítico de arte do New York Times. Com suas resenhas sinestésicas, cheias de descrições de sensações nonsense, Bennett está mudando a natureza da crítica de arte. Agora esperam seu primeiro filho.  Também na festa, de penetra, está o jovem artista Raul Engales. Órfão de pai e mãe, o argentino fugiu para Nova York deixando para trás a irmã e uma Buenos Aires de nãos, uma cidade de perdas, onde é proibido pensar, ainda mais em voz alta (“se pensar demais, pode muito bem nunca mais pensar”). Tem as mulheres aos seus pés e foi a chave roubada de uma de suas conquistas que garantiu seu acesso ao estúdio de artes da NYU, com suas telas, latas de tinta, estiletes, um paraíso para quem passou a adolescência fazendo arte em papel de pão. Divide com outros artistas, em sua maioria ainda anônimos e muito pobres, uma fábrica de cereais transformada em ocupação no Soho onde todo dia é dia de festa, de arromba ou não. Agora se coça por algo novo, algo revelador. Mas um terrível acidente pode por fim a sua carreira. Engales é o objeto de desejo da sonhadora Lucy Marie Olliason, 21 anos, que chegou em Nova York há apenas cinco meses, seguindo dois sinais do destino: um livro com fotos de pinturas e esculturas e um cartão-postal com uma vista aérea de Nova York encontrado no chão com a mensagem “Te vejo logo, moçoila”. Não tinha ideia do que fazer na cidade; só sabia que estava indo. Logo se descobriu tonta, aterrorizada, encantada, diante dos milhões de braços e luzes. Encontrou um emprego de garçonete em um bar na Bleecker Street, onde se envolveu com uma série de homens que a adoravam e depois se desfaziam dela, até conhecer Raul Engales no primeiro dia do novo ano.  O destino faz a sua parte e as vidas desses personagens se convergem, com os principais acontecimentos sempre às terças de 1980. O que será de James, Marge, Raul e Lucy este ano? Como transformarão e serão transformados pela cidade que nunca dorme?  Em Terças à noite em 1980, Prentiss, que tal como Lucy desembarcou em Nova York aos vinte e poucos anos, escreve uma carta de amor à cidade que transformou sua vida e a de tantas outras pessoas, artistas ou não. O leitor pode não ter o poder sinestésico de Bennett, mas vai encontrar nas descrições detalhadas da autora, no mínimo, uma ideia bastante aproximada das cores, sons, sensações evocadas por uma Nova York em plena ebulição onde até mesmo a sujeira e decadência eram exuberantes. Uma cidade cheia da adrenalina, possibilidades, apaixonante, como Terças à noite em 1980. Fonte: Editora Rocco 

Foto: Capa livro
Os saqueadores
Livro: Os saqueadores
AutorTom Cooper
Tradução: Alexandre Martins
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
Ambientado numa cidadezinha da Louisiana às margens do Golfo do México e reunindo um elenco peculiar de personagens, o romance de estreia de Tom Cooper ganhou elogios de veículos como Esquire e Kirkus Review e de nomes como Stephen King e Nic Pizzolatto, criador da série True Detective, ao retratar a improvável jornada de um pescador de camarões obcecado por encontrar um tesouro perdido, após um desastre ecológico provocado por uma grande corporação obrigar os habitantes da região a encontrar novos meios de sobrevivência. Como um Dom Quixote moderno, viciado em comprimidos e a bordo de seu barco remendado, Gus Lindquist conhece uma série de personagens improváveis em sua odisseia pelos pântanos poluídos, cada qual travando suas próprias batalhas, mais ou menos nobres, para sobreviver em meio à lama e ao caos dos novos tempos. Com a explosão da plataforma Deepwater Horizon, da companhia de petróleo BP, e a mancha de óleo que rumou do Golfo do México para a Lousiana, os moradores da cidade de Jeannette, que até então viviam da pesca de camarão, veem sua fonte de renda desaparecer e o desespero começar a apresentar alternativas perigosas. Neste contexto é que Gus Lindquist cruza o caminho das figuras mais sombrias nos piores momentos possíveis. Gêmeos que levam carregamentos de maconha, inadaptados como os estranhos Cosgrove e Hanson, que se ligam por um delito casual, e o emissário Brady Grimes, que negocia os nada vantajosos acordos da empresa petrolífera. O destino de cada um deles caminha para um choque inevitável.  O livro é um suspense regional com cores fortes e humor mordaz, uma viagem com o cheiro e o gosto da desesperança, cheia dos pequenos problemas cotidianos de quem foi obrigado a conviver com tão profundas tragédias ambientais – pelo vazamento de petróleo e pela devastação do furacão Katrina. Com ritmo intenso e histórias paralelas que desafiam o leitor, Os saqueadores surpreende pelo retrato de personagens assustadoramente reais, anti-heróis que enfrentam dívidas, alcoolismo, abandono e morte como qualquer pessoa sem opção. Irônico, soturno e cativante, o livro de estreia de Tom Cooper é também um sopro de ar fresco na literatura policial contemporânea. Fonte Editora Rocco

Foto: Capa livro
O design da sua vida
Livro: O design da sua vida (omo criar uma vida boa e feliz)
AutorBill Burnett & dave evans
Tradução: Juliana Saad
Comprar: Saraiva Cultura Amazon
Passamos a vida toda em busca da felicidade. E essa busca é norteada por crenças largamente difundidas e estimuladas, entre elas, a de que seremos felizes se formos bem-sucedidos, a de que nossa formação universitária determinará nossas carreiras – nos Estados Unidos, por exemplo, dois terços dos formados não atuam na área em que se graduaram – para todo o sempre, que seremos realizados ao fazer somente aquilo que nos desperta paixão ou a de que quase sempre é tarde demais para mudar o rumo de nossas vidas. Seguir uma trilha única e predeterminada por esses mitos, no entanto, tem levado a maioria das pessoas a um grau insuportável de frustração, gerando conflitos e doenças. Alguma coisa está errada na vida que desenhamos para nós e é preciso rever todos os conceitos e calibrarmos nossa bússola na direção de uma vida que seja realmente plena. Foi pensando em ajudar as pessoas a levar suas vidas de forma mais satisfatória que os empresários do Vale do Silício e professores da Universidade de Stanford Bill Burnett e Dave Evans se impuseram o desafio de aplicar seus conhecimentos em design para reelaborar e redesenhar não objetos ou produtos, mas vidas. O Design de Vida virou disciplina na universidade e, agora, livro. O design da sua vida – Como criar uma vida boa e feliz, lançamento da Rocco, está na lista de mais vendidos do New York Times e o motivo é simples: usando princípios de design, desde brainstorming até criação de protótipos, a dupla de autores, que é referência em design thinking, propõe ao leitor, por meio de exercícios acessíveis e reflexões, técnicas que vão ajudá-lo a reconsiderar e depois reformular sua vida. Designers adoram um problema. E não sem motivo: foi a partir de problemas que precisavam ser solucionados que a humanidade alcançou grandes descobertas. Afinal, alguém duvida que a cadeira possa ter sido inventada porque sentar-se em uma pedra dura causava dor no traseiro e na coluna? Ou que a canalização de água e o isolamento térmico tornou possível viver em uma casa? Burnett e Evans entenderam que o princípio primeiro do design é, mais do que criar produtos e equipamentos, criar soluções para tornar melhor a vida das pessoas. Pensando assim, o livro é construído com base nas cinco habilidades de um bom designer: curiosidade para explorar, tentar e identificar oportunidades; propensão para a ação – a proatividade; reformulação, que é a capacidade de aprender por tentativa e erro e entender que o fracasso também faz parte da caminhada; consciência do processo – o que importa é a jornada e não a meta final; e a colaboração radical, ao entendermos que muitas vezes precisamos de ajuda de outras pessoas para alcançarmos nossos objetivos. Por meio de perguntas objetivas e exercícios, os autores orientam o leitor em sua busca por uma vida mais saudável, sendo o primeiro passo a libertação do que eles chamam de crenças disfuncionais, os mitos largamente difundidos que nos prendem a uma existência insatisfatória. A paixão, por exemplo, não é a causa mas o resultado de um bom projeto de vida. Depois, aprenderemos a identificar o problema antes de resolvê-lo. Muitos se enganam tentando resolver o problema errado. Ao longo da leitura, será possível também identificar, por exemplo, se estamos no caminho certo da jornada; será que estamos vivendo uma vida coerente, na qual nossos valores convergem com o que efetivamente fazemos? Felicidade, acima de tudo, está em viver uma vida que faz sentido para você. E sua vida, faz sentido? Fonte Editora Rocco 

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